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Quando dar alta a um paciente em Psicoterapia Breve?

Você já ouviu falar em alta na psicoterapia breve? Pouco ou quase nada é abordado acerca desse tema. Para que seja possível discutir sobre alta, ou seja, o encerramento de um tratamento, é necessário conversar sobre 3 conceitos fundamentais na psicoterapia breve:

Conflito Nuclear
Trata-se de um conflito mais profundo, que muitas vezes não é trabalhado na psicoterapia breve. Geralmente é um conflito que mexe com questões muito estruturais e dinâmicas da personalidade. Ele permanece em nível inconsciente.

 

Conflito Focal
Trata-se do conflito trazido pelo paciente, algo que está incomodando a ele no cotidiano. Por exemplo, problemas nos relacionamentos profissionais ou relacionamentos pessoais. São aspectos muito centrais, específicos do momento que o indivíduo está vivendo, que ele não sabe como resolver.

O conflito nuclear pode alimentar o conflito focal, portanto, durante um trabalho de psicoterapia breve, é trabalhado o conflito focal, mas, para alcançar resultados melhores, o ideal é trabalhar com o conflito nuclear.

 

Efeito Carambola
Esse conceito foi inserido nos estudos de psicoterapia breve pela Vera Lemgruber, na Santa Casa de Misericórdia, no Rio de Janeiro, onde ela desenvolvia seu trabalho e seus estudos em piscoterapia breve. A ideia é que no momento que o indivíduo recebe alta da terapia, ele já consegue ter o efeito carambola do processo terapêutico, ou seja, ela consegue aplicar o conhecimento adquirido sobre como lidar com o conflito em outras áreas da vida dela.

 


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A denominação do conceito foi inspirada no jogo de bilhar. Por exemplo, por vezes, ao bater o taco em uma bola, essa mesma bola bate em outra, e é possível encaçapar uma bola que não foi necessariamente a que recebeu a primeira batida. Ou seja, o efeito carambola envolve a atuação em um determinado aspecto da vida do indivíduo, e essa atuação causa efeitos favoráveis em outros aspectos da vida dele também.

Lemgruber também aborda o momento de alta, explicando que é quando o paciente já consegue lidar com o conflito focal trazido para a análise, já realizou alterações internas no conflito nuclear que sustentava o conflito focal, e ainda possui a capacidade de levar o que foi aprendido e desenvolvido na psicoterapia para outras áreas da vida, além do conflito focal abordado.

 

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Sobre Maria Angelica:

Maria Angélica Gabriel é graduada em Psicologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1985), especialista em Psicologia Social, mestre em Psicologia (Psicologia Social) pela Universidade Gama Filho (1996).

Professora de cursos de Graduação com ênfase em educação e saúde mental. Credenciada pela CABERJ, Petrobrás – Petróleo Brasileiro e Petrobrás Distribuidora S/A para atendimento de funcionários com conflitos relacionados ao ambiente de trabalho e outros. CREDENCIADA PELA POLICIA FEDERAL PARA AVALIAÇÃO DE APTIDÕES PARA POSSE E PORTE DE ARMA DE FOGO. Possui 30 anos de experiência em gestão de instituições de ensino. Professora e mentora de cursos de graduação, aperfeiçoamento, pós-graduação e extensão, presenciais e online. Autora de projetos pedagógicos e normas de elaboração de trabalhos acadêmicos e outros documentos relacionados ao ensino. Mentora e coordenadora de projetos sociais e de pesquisa.

Recebeu o Prêmio de Professora Cidadã Responsável Social em 2014 e o Prêmio de Responsabilidade Social com o Projeto Educando para a Paz na Força de Pacificação da Maré pelo Exército Brasileiro em 2015. Membro do Conselho Comunitário de Segurança da AISP22 – Secretaria de Segurança do Estado do Rio de Janeiro (2013-2015).00

19 de abril de 2021

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